Paciente em Unidade de Terapia Intensiva, com diagnóstico de enfermagem de ansiedade: estresse relacionado a tremor da doença e ambientes de cuidados intensivos, relacionada ao Infarto agudo do Miocárdio.
Diante do caso descrito, as intervenções de enfermagem devem estar baseadas em documentar as respostas emocionais do paciente à doença critica.
É importante que a enfermeira, ao realizar um ECG no paciente, saiba identificar os achados eletrocardiográficos. Diante do exposto, em um caso de Infartos Miocárdicos Transmurais Agudos em área inferior, as alterações encontradas no ECG são elevação do segmento ST nas derivações II, III, AVF; alterações recíprocas (depressão de ST) em V1- V6, I, AVL.
Sobre as responsabilidades da enfermeira, durante o método de inserção do cateter de Swan-Ganz, registrar as pressões em cada câmara do coração à medida que o cateter é colocado, monitorar arritimias ventriculares à medida que o cateter passa através do VD e providenciar o material a ser utilizado no procedimento.
Sobre a monitorização da Pressão Venosa Central (PVC), ocorre quando o paciente está em uso do respirador, observar-se-á uma leitura falsamente elevada.
No cuidado em UTI ao RN que apresenta distúrbio eletrolítico conhecido como hiperpotassemia, a enfermeira deve estar atenta a resultados de K+ sérico a > 6mEq/L.
Na identificação de um paciente com acidose respiratória aguda, é correto afirmar que se deve encontrar pH < 7,35 e PaCO2 > 42mmHg.
Em uma parada cardíaca, quando o paciente não possui um acesso venoso central ou periférico calibroso, é possível administrar os medicamentos através do tubo orotraqueal e da via intraóssea.
No suporte básico de vida, a equipe de enfermagem pode palpar a artéria carótida de 5 a 10 segundos.
Sobre as drogas vasoativas, referente à ação e indicação clínica, é a seguinte:
1. Noradrenalina - vasoconstritor, choque e hipotensão
2. Isoproterenol - broncodilatador, estimulante cardíaco; choque, intoxicação digitálica e broncoespasmo.
3. Dobutamina - estimulante cardíaco; agente inotrópico.
4. Dopamina - vasopressor; choque e hipotensão.
5. Adrenalina - vasoconstritor, broncodilatador, estimulante cardíaco; anafilaxia e parada cardíaca.
Paciente em uso de adrenalina internado em UTI, a enfermeira deve ter os seguintes cuidados: Atentar para reações desagradáveis, como tremor, ansiedade, tensão, cefaleia, vertigem, dificuldade respiratória, hipertensão grave, hemorragia cerebral, arritmias (principalmente ventriculares) e angina pectoris.
Quando um paciente com diagnóstico de Acidente Vascular Encefálico apresenta comprometimento da função intestinal, esse dado pode ser atribuído a deterioração do nível de consciência.